Seu benefício do INSS foi negado, suspenso ou está demorando?

Analisamos seus documentos e a decisão do INSS para orientar os próximos passos do seu caso com clareza e segurança.

Atendimento sigiloso e online em todo o Brasil.

Dr. Marcos Moreira
Dr. Marcos MoreiraAdvogado fundador, responsável pela área previdenciáriaOAB/PR 125.763

Você não precisa saber sozinho qual caminho seguir.

A primeira análise organiza a sua situação, identifica os documentos mais relevantes e esclarece os próximos passos antes de um novo pedido, recurso ou ação.

Tirar minha dúvida

Pedido negado pelo INSS

A carta de indeferimento, o CNIS e os documentos ajudam a entender se há recurso ou outra medida possível.

Ainda vou fazer o pedido

Antes de protocolar, vale conferir requisitos, documentos e qual benefício corresponde à sua situação.

Pedido parado ou em exigência

O protocolo, as exigências e os documentos enviados precisam ser acompanhados com atenção.

Valor menor do que o esperado

Histórico contributivo, vínculos e remunerações registrados no CNIS podem influenciar o cálculo.

Quem tem direito ao benefício?

Avalie seu caso e entenda se você ou sua família se enquadram nos requisitos.

Deficiência Física

Limitações de mobilidade e movimento

Amputações, paralisia, cadeirantes e limitações severas de movimento. Avaliamos a documentação médica e os requisitos aplicáveis para orientar o pedido ou a revisão do caso.

BPC/LOASAposentadoria por Invalidez
Verificar se tenho direito

Entenda seus direitos no INSS antes do próximo passo.

Um resumo prático das regras que mais afetam aposentadorias, benefícios por incapacidade, BPC/LOAS, pensões e revisões, com os prazos que não podem passar.

30 dias
para recorrer de uma negativa do INSS
10 anos
para pedir revisão, contados do 1º pagamento
62 / 65
idade mínima geral (mulher / homem) após a Reforma
R$ 8.475,55
teto dos benefícios do INSS em 2026

Os principais benefícios

Aposentadorias no INSS

Depois da Reforma da Previdência (EC 103/2019, em vigor desde 13/11/2019), a aposentadoria por tempo de contribuição sem idade mínima deixou de existir para quem não tinha direito até aquela data. Hoje convivem a regra geral e as regras de transição.

Por idade (regra geral)

Mulher: 62 anos e 15 anos de contribuição. Homem: 65 anos e 20 anos de contribuição (15 anos para quem já contribuía antes da Reforma).

Especial

Para quem trabalhou exposto a agentes nocivos (ruído, químicos, biológicos, eletricidade etc.) por 15, 20 ou 25 anos. A prova é feita com PPP e LTCAT fornecidos pela empresa.

Professor

Regras com redução de idade e tempo para quem comprova efetivo exercício do magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou médio.

Rural (segurado especial)

Mulher: 55 anos. Homem: 60 anos. Exige 15 anos de atividade rural, comprovada com início de prova material e, se preciso, testemunhas.

Pessoa com deficiência

Regras próprias (LC 142/2013), com idade ou tempo de contribuição reduzidos conforme o grau da deficiência, avaliado por perícia.

Como é calculado

60% da média de todos os salários desde julho de 1994, mais 2% por ano que passar de 15 anos (mulher) ou 20 anos (homem) de contribuição.

Quem completou os requisitos antes de 13/11/2019 tem direito adquirido às regras antigas, mesmo pedindo hoje.

Reforma da Previdência: regras de transição

Quem já contribuía antes de 13/11/2019 pode usar uma das regras de transição. Cada uma leva a uma data e a um valor diferentes.

Antes de pedir a aposentadoria, compare as regras lado a lado. Pedir pela regra errada pode significar um benefício menor para sempre.

Pontos

Idade + tempo de contribuição. Em 2026: 93 pontos (mulher, com 30 anos de contribuição) e 103 (homem, com 35).

Idade mínima progressiva

Em 2026: 59 anos e 6 meses (mulher) e 64 anos e 6 meses (homem), com 30/35 anos de contribuição.

Pedágio de 50%

Para quem estava a até 2 anos de se aposentar em 13/11/2019. Cumpre o tempo que faltava mais 50% dele.

Pedágio de 100%

Idade de 57 (mulher) / 60 (homem) e o dobro do tempo que faltava em 2019. O valor é de 100% da média.

O INSS negou. E agora?

Uma negativa não é o fim. O prazo do recurso administrativo é de 30 dias, contados da ciência da decisão.

  1. Leia o motivo da negativa

    A carta do INSS informa o motivo: falta de carência, perda da qualidade de segurado, perícia contrária etc. Cada motivo pede uma resposta diferente.

  2. Corra contra o prazo de 30 dias

    Esse é o prazo para recorrer à Junta de Recursos (CRPS). Perder o prazo pode significar perder meses de atrasados.

  3. Complete as provas

    Vínculos fora do CNIS, relatórios médicos detalhados, exames atualizados, PPP, documentos rurais: o que faltou no pedido.

  4. Recurso ou ação judicial

    Mantida a negativa, cabe novo recurso ou ação na Justiça Federal. No Juizado Especial Federal (até 60 salários mínimos) não há custas no 1º grau e a perícia é feita por perito do juízo.

Meu pedido foi negado

Pasta mínima de documentos

Sem o CNIS, qualquer simulação é apenas aproximada. Comece por ele.

  • Documento de identidade e CPF
  • Extrato CNIS atualizado (baixe no Meu INSS)
  • Carteiras de trabalho, física e digital
  • Carnês, contratos, recibos e sentenças trabalhistas
  • PPP e LTCAT, para tempo especial
  • Laudos, exames e relatórios médicos recentes
  • Carta de concessão ou de indeferimento do INSS
  • Comprovante do CadÚnico, para BPC/LOAS

Servidores públicos: inclua ficha funcional e certidões de tempo de contribuição. Você não precisa ter tudo para o primeiro contato.

INSS (RGPS) × Servidor público (RPPS)

Identificar o regime é o primeiro passo: as regras não são iguais.

INSS (RGPS)Servidor (RPPS)
Para quemTrabalhadores da iniciativa privada, autônomos, MEI, domésticos, ruraisServidores titulares de cargo efetivo em ente com regime próprio
Quem administraINSSInstituto de previdência da União, do estado ou do município
Idade geral62 (mulher) / 65 (homem)Igual na União; estados e municípios podem ter leis próprias
Requisitos extras15 ou 20 anos de contribuiçãoTambém tempo mínimo de serviço público e no cargo
Onde se discuteJustiça FederalJustiça Federal (servidor federal) ou Estadual

Quando o assunto não é previdenciário

  • Verbas rescisórias, horas extras, FGTS: São questões trabalhistas. Ver área trabalhista
  • Plano de saúde privado: É questão cível/de consumo.
  • Isenção de IR por doença grave: É matéria tributária.

Atenção: um vínculo reconhecido na Justiça do Trabalho também conta tempo de contribuição no INSS.

Dúvidas frequentes

O INSS negou meu pedido. Devo pedir tudo de novo?

Não sem antes entender o motivo. Um novo pedido igual tende a ser negado pela mesma razão, e você pode perder a data de início do benefício (e os atrasados). Avalie primeiro o recurso, que tem prazo de 30 dias.

Quando a análise de um advogado faz diferença no pedido ao INSS?

O requerimento começa no próprio INSS, mas o resultado depende do que é apresentado: qualidade de segurado, contribuições, documentos médicos, perícia e renda. A análise jurídica pesa principalmente quando há negativa, perícia contrária, dúvida sobre regra de transição, períodos que não aparecem no CNIS ou suspeita de erro no valor.

O que é o CNIS e por que ele importa?

É o cadastro do INSS com seus vínculos, salários e contribuições. Se um período ou salário não está lá, ele pode não ser contado. Compare o extrato com a carteira de trabalho e guarde os comprovantes.

Ter um diagnóstico garante BPC ou auxílio por incapacidade?

Não. Para o auxílio, o que conta é a incapacidade para o trabalho. Para o BPC da pessoa com deficiência, são avaliados o impedimento de longo prazo e a renda da família.

Qual a diferença entre BPC/LOAS e aposentadoria?

A aposentadoria é previdenciária: exige contribuições. O BPC é assistencial: não exige contribuição, vale um salário mínimo, não paga 13º e não gera pensão.

O que mudou com a Reforma da Previdência?

Foi criada idade mínima (62/65), mudou o cálculo (60% + 2% por ano acima de 15/20 anos) e surgiram regras de transição. Quem completou os requisitos antes de 13/11/2019 mantém as regras antigas.

Vale a pena entrar na Justiça contra o INSS?

Depende do caso e das provas. No Juizado Especial Federal não há custas no 1º grau e a perícia é feita por um perito do juízo, independente do INSS. A análise do processo administrativo e dos seus documentos mostra se a ação é o melhor caminho e o que precisa ser comprovado.

Quanto custa o atendimento?

Os honorários variam conforme o caso e a fase (administrativa ou judicial) e são combinados por escrito antes de qualquer contratação. No primeiro contato você entende o que será feito e em que condições.

Posso conversar mesmo sem todos os documentos?

Sim. No primeiro contato basta contar sua situação. Depois orientamos quais documentos são relevantes. Nunca peça nem forneça sua senha do gov.br.

Conteúdo informativo, atualizado para 2026, que não substitui a análise individual do seu caso. Não há promessa de resultado. Fontes: Lei 8.213/91, EC 103/2019, Lei 8.742/93 (LOAS), LC 142/2013 e extrato CNIS.

Como funciona na prática

Um processo simples e transparente, para organizar as informações e definir o caminho mais adequado ao caso.

  1. Primeiro contato

    Você conta a situação pelo WhatsApp ou por telefone. Sem burocracia e sem julgamentos.

  2. Análise técnica

    A equipe verifica a documentação, o histórico médico e a situação socioeconômica do caso.

  3. Preparação

    Os documentos são organizados e a estratégia é definida: administrativa ou judicial.

  4. Acompanhamento

    O andamento é acompanhado, com explicação das decisões e dos próximos passos.

Pronto para dar o primeiro passo?

Quanto antes o caso é analisado, antes você sabe quais caminhos existem.

Iniciar atendimento

Por que tantos pedidos são negados pelo INSS?

A carta de indeferimento aponta o motivo da decisão. Conferir documentos, CNIS e requisitos ajuda a entender se há medida administrativa ou judicial aplicável.

Como o escritório ajuda

Analisamos a decisão, os documentos e o histórico previdenciário para orientar o caminho possível, administrativo ou judicial, conforme cada situação.

  • Documentação incompleta

    Laudos desatualizados, falta de documentos médicos ou socioeconômicos e pedidos mal instruídos estão entre os motivos frequentes de negativa.

  • Erros na avaliação do INSS

    A análise administrativa pode desconsiderar a real condição de quem pede o benefício.

  • Perícias que não mostram o dia a dia

    Perícias rápidas podem não refletir o impacto real da doença ou da deficiência na rotina da família.

  • Falta de orientação jurídica

    Sem orientação, erros simples no pedido ou no recurso podem atrasar o benefício.

Como trabalhamos

  • Análise técnica do caso

    Avaliação conduzida pelo advogado responsável pela área, com especialização em Direito Previdenciário.

  • Atendimento em todo o Brasil

    Orientação e acompanhamento online, sem necessidade de deslocamento.

  • Contato direto com a equipe

    Você fala com quem cuida do seu caso durante todo o processo.

Benefício negado, cortado ou demorando? Fale com a equipe.

A análise da decisão do INSS indica se cabe recurso, novo pedido ou ação judicial.

Atendimento online em todo o Brasil.